quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Modelos de carros movidos a hidrogénio

- BMW Hydrogen 7
O Hydrogen 7 é o primeiro modelo flexível do mundo que pode utilizar gasolina ou hidrogénio em seu motor de combustão interna.
- Honda FCX
O Honda FCX, presumivelmente significando Fuel Cell eXperimental), é um carro movido por motor movido a hidrogénio.
- Chevrolet Sequel
O Chevrolet Sequel é um modelo conceitual apresentado pela Chevrolet, que utiliza como propulsão a célula a combustível. O combustível utilizado é o hidrogénio.
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O projecto OScar (open source car) constitui a primeira tentativa de construír um automóvel com base nos princípios do movimento open source. O objectivo principal do projecto é produzir desenhos técnicos, utilizando aplicações open source de CAD (Computer-Aided Design ou desenho auxiliado por computador). O projecto ainda se encontra longe de produzir um carro real, mas o seu progresso tem sido contínuo nos últimos anos.
A finalidade do projecto não passa pelo desenvolvimento de um carro sofisticado, mas sim de um veículo simples e funcional, que responda às necessidades básicas de locomoção da humanidade, capaz de ser produzido em qualquer país, numa grande variedade de condições, a muito baixo custo, e cuja propriedade integral do desenho é do domínio público.
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Versão de 4 rodas
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Versão de 3 rodas com conjunto motriz destacado

A longo prazo, pretende-se introduzir na indústria o conceito de standardização no fabrico de componentes automóveis (indo de encontro a um dos princípios open source), permitindo importantes economias de escala e livre concorrência, tratando-se de uma abordagem radicalmente diferente ao modelo de negócio corrente na indústria, onde cada fabricante tem os seus próprios standards. Este monopólio de peças específicas constitui uma das mais importantes fontes de receita das marcas.

Entre os vários desafios que este carro tem de superar até chegar à fase de produção, contam-se a execução de crash tests e o cumprimento das apertadas normas de segurança e emissões para a industria automóvel. Isto levou a várias propostas para propulsores a energias alternativas (com versões movidas a hidrogénio, híbridas, e eléctricas).

Prós e Contras da utilização das energias renováveis

A generalização da utilização das energias renováveis confronta-se com os seguintes obstáculos:
- os custos de investimento são elevados e os períodos de recuperação muito longos;
- os diferentes factores envolvidos na tomada de decisões que afectam o sector das energias renováveis conhecem mal o potencial destas;
- uma atitude de resistência geral às mudanças;
- os problemas técnicos e económicos de ligação às redes de electricidade centralizadas não têm actualmente solução;
- existem dificuldades associadas às flutuações sazonais de certas energias (eólica e solar);
- algumas energias (os biocombustíveis) requerem uma infra-estrutura apropriada.
a passagem da fase de ensaios em laboratório para a demonstração com protótipo em mar real é fortemente dispendiosa, requer uma longa preparação e envolve riscos de várias ordens.
- o desenvolvimento dum sistema do tipo em questão, passando pelo projecto construção e operação de protótipo, até ao limiar da comercialização, requer a participação e coordenação duma equipa multidisciplinar, envolvendo empresas e instituições de I&D. Existe pouca experiência e tradição de empreendimentos deste tipo em Portugal.

Vantagens de se recorrer às fontes de energia renováveis:
- é consentâneo com a estratégia global de desenvolvimento sustentável;
- permite reduzir a dependência da União Europeia das importações de energia e assegurar assim a segurança do aprovisionamento;
- contribui para melhorar a competitividade global da indústria europeia;
- tem efeitos positivos no desenvolvimento regional e no emprego;
- a opinião pública é favorável.


Situação actual: a União Europeia possui um forte potencial no domínio das energias renováveis, que explora de forma desigual e insuficiente. Este sector, particularmente sensível às evoluções políticas, representa actualmente 6% do consumo energético interno bruto e poderá representar 7,4 a 9% em 2010

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Substituto do petróleo

Hidrogénio é uma solução que pretende substituir a gasolina e o gasóleo, deixando assim o mercado automóvel de estar dependente do petróleo.
As duas marcas que estão a impulsionar as células de combustível (fuel cells) no mundo automóvel são, curiosamente, ambas alemãs. A BMW e a Mercedes são os únicos fabricantes automóveis com soluções fiáveis e realistas. Enquanto que a BMW apresenta as soluções mais rentáveis a Mercedes está já a por à prova os seus automóveis a células de combustível, estando inclusivé em Portugal alguns autocarros Mercedes Citaro a células de combustível a circular no Porto. Além de autocarros algumas empresas em Berlim estão a usar Mercedes Classe A para as suas deslocações dentro da cidade e a UPS tem disponível algumas carrinhas Mercedes Sprinter.

Ao contrário do petróleo o hidrogénio pode ser produzido em quantidades ilimitadas. Hoje em dia o hidrogénio ainda é adquirido do gás natural onde o dióxido de carbono é separado e liberto para a atmosfera gerando assim poluição, embora menor que as emissões dos automóveis a gasolina. No entanto no futuro, com a massificação das células de combustível e o seu preço de produção mais baixo as células de combustível passam a poder ser produzidas de fontes de energias renováveis como a água. Utilizando a energia solar podemos gerar energia suficiente para separar o hidrogénio e o oxigénio da água. Assim toda a energia é transferida para o hidrogénio, ficando assim a ser apenas um transporte de energia e não uma fonte de energia. A combustão é efectuada usando o oxigénio e o hidrogénio e este processo gera a energia necessária para o motor. Desta combustão sobra um produto, água, que é libertado através do tubo de escape em forma de vapor, entrando assim para o ciclo da água através da evaporação, formando as nuvens que dão origem à precipitação.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Hidrogénio

O hidrogénio (do francês Hydrogène, do grego hydros, água e gennein, gerar) foi reconhecido como um elemento químico em 1766 por Henry Cavendish; mais tarde Antoine Lavoisier daria o nome pelo qual o conhecemos.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Em cada hora de consumo de electricidade 5 minutos já são de origem éolica

Portugal atingiu os 2000 MW de potência eólica
A APREN – Associação Portuguesa de Energias Renováveis – congratula-se que, durante o mês de Agosto, tenham sido atingidos os 2000 MW de potência instalada em parques eólicos em Portugal.
Em Portugal esta fonte de produção de energia encontra-se em crescente desenvolvimento e já assegura cerca de 8% de electricidade consumida anualmente no nosso país, prevendo-se que em 2010 este valor atinja os 15%. Actualmente, com os aerogeradores já instalados, em cada hora de consumo de electricidade 5 minutos sejam de origem eólica.
A aposta em parques eólicos feita um pouco por todo o país, nos últimos anos, vem-se concretizando aos poucos, permitindo aos consumidores de electricidade libertarem-se progressivamente do jugo imposto pelos produtores de combustíveis fósseis.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Biocombustível

Biocombustível é qualquer combustível de origem biológica, que não seja de origem fóssil. É originado de mistura de uma ou mais plantas como: cana-de-açucar, mamona, soja, cânhamo, canola, babaçu, lixo orgânico, entre outros tipos.

Bioetanol: etanol produzido a partir de biomassa e ou da fracção biodegradável de resíduos para utilização como biocombustível;

Biodiesel: éster metílico e/ou etílico, produzido a partir de óleos vegetais ou animais, com qualidade de combustível para motores diesel, para utilização como biocombustível;

Biogás: gás combustível produzido a partir de biomassa e ou da fracção biodegradável de resíduos, que pode ser purificado até à qualidade do gás natural, para utilização como biocombustível, ou gás de madeira;

Biometanol: metanol produzido a partir de biomassa para utilização como biocombustível;

domingo, 18 de novembro de 2007

Água

Pessoal toca a poupar, senão qualquer dia: